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Governo diz que a economia moçambicana vai competir com a da África do Sul




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clubofmozambique (2012-08-16) As autoridades moçambicanas negam as alegações do sector privado moçambicano, segundo as quais as empresas nacionais estariam a enfrentar problemas na Zona do Comércio Livre dos Países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), mormente na competitividade e transacções comerciais.

“Não sei a que problemas se estão a referir na Zona do Comércio Livre”, afirmou o ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, em declarações exclusivas ao Canalmoz quando questionado sobre o assunto.

As empresas moçambicanas reclamam a falta de capacidade de competitividade por não estarem preparadas e com infra-estruturas para competirem com as suas congéneres da região no âmbito do protocolo comercial da Zona de Comércio Livre.

Segundo o ministro, o que acontece é que Moçambique e outros países da região estabeleceram um acordo segundo o qual os signatários vão fazer o desarmamento alfandegário e no caso de Moçambique o prazo para isso estar concluído vai até ao ano 2015.

Os empresários moçambicanos acham que estão a sair prejudicados neste processo. Mas o ministro Inroga diz que o Governo está confiante de que até 2015 altura em que termina o período de desarmamento alfandegário, Noçambique estará em condições de proteger e impulsionar a sua economia e de competir com as economias da região da SADC com particular destaque para a África do Sul.

“Nós como Governo acreditamos que até 2015 estaremos em condições de proteger e impulsionar a nossa economia a produzir para o mercado nacional e da região em função das aberturas que formos a fazer a partir de 2015, fluir e começar a exportar para o mercado da África Austral”, afirmou o titular da pasta da Indústria e Comércio.

De acordo com o ministro, nas regras do protocolo comercial da SADC, Moçambique tem entre 2008 e 2015 para levar a cabo o processo de desarmamento alfandegário. “Isto quer dizer que a partir de 2015 as transacções comerciais entre Moçambique e África do Sul, bem como com outros países da região da SADC, deixam de ser com taxas, tarifas, impostos e despesas aduaneiras”, disse.

Deu entretanto a conhecer que certos mecanismos actualmente em vigor vão continuar a ser utilizados durante o processo até que haja uma união aduaneira em todos os países da região da SADC signatários do Protocolo Comercial.

“O que vai acontecer é que a nível da agricultura, por exemplo, nós estamos a incentivar o sector. A título de exemplo, aprovámos este ano um plano de desenvolvimento e aumento de sementes, mecanização agrícola, mecanismos de conservação de produtos frescos nos mercados, como o tomate, batata, de tal maneira que até 2015 a economia moçambicana, toda ela, especialmente esta da Região Sul que é marcadamente influenciada pelas transacções da África do Sul, possa estar preparada, com produtos além fronteira”, observou Armando Inroga.

O ministro diz estar optimista de que haverá até 2015 mais produção moçambicana para RSA do que produção da RSA para Moçambique. Afirmou que o país estará até 2015 preparado e capaz de exportar para o mercado regional da SADC.

Uma nova fábrica até 2013

Num outro desenvolvimento, o ministro Armando Inroga anunciou que no que se refere às frutas o Governo está a desenvolver uma estratégia para a promoção da indústria de produção de sumos e compota a partir de frutas nacionais.

“Até 2013 vamos inaugurar uma fábrica de compota para a produção de sumos aqui em Maputo, através do grupo Tropigalia e Compal que acabam de comprar uma fábrica e vão fazer um grande reinvestimento”, disse o ministro adiantando que “toda a produção de fruta na região sul do país será adquirida e processada na futura unidade fabril aqui em Maputo”.



Mosca da fruta



Questionado sobre o destino a dar a produção da fruta das regiões Centro e Norte do país que presentemente está e continua há anos interdita de passar para sul do Rio Save, o ministro da Indústria e Comércio disse que o Governo está neste momento a monitorar o problema da mosca da fruta detectada na província de Manica, que é uma das maiores produtoras de frutas.

Os produtores da zona Centro queixam-se de que estão a ser lesados por a sua fruta estar excluída.

“Para as regiões centro e norte, nós estamos a limitar a um ponto circunscrito ao problema da mosca da fruta. Por outro lado, estamos a desenhar com apoio da UNIDO (uma agência das Nações Unidas) as formas de financiamento de fábricas de pequenas e médias dimensões para implantar e resolver o problema de processamento da fruta nas províncias do centro e norte de Moçambique”, concluiu Armando Inroga.

Serve de referência lembrar que no caso do ananás de Espungabera, Chibabava, Muchúnguè e Nicoadala, das províncias de Manica, Sofala e Zambézia, respectivamente, embora considerado como do melhor que há no mundo, tem estado a apodrecer em quantidades incalculáveis, por causa da falta de mercado de venda, bem como de indústrias de processamento e sem que o Governo consiga assegurar uma alternativa que impeça que os produtores saiam prejudicados.

Fonte: Canalmoz


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