Bem Vindo Visitante 8080864. Hoje é Quinta-Feira, 21 de Agosto de 2014· PESQUISAR · SITEMAP · VERSÃO INGLÊS

Produced by Adrian Frey   |   Developed by Claudio Fauvrelle

 
KPMG Mozambique
 
Publicidade
Anuncie Aqui!

Motorcare Moçambique
 
Últimos Classificados

Trabalhe Para O Unicef Moçambique: 11 Vagas Disponíveis Até 1 De Setembro (8)
Terrenos No Bilene (306)
1999 Honda Crv (236)
Oportunidade De Carreira (620)
Professor De Piano E Pianista (980)
Vende-se Máquinas De Processamento De Caju / Compressoras / Gerador 300kw (841)


Últimos Concursos

Informatização Da Folha De Relação Nominal Para Criar Uma Base De Dados Sobre Empresas E Trabalhadores E Produzir Uma Informação Estatística Sobre As Empresas E Os Trabalhadores No País
Fornecimento, Manutenção E Reparação De Diversos
Cosntrução De 2 Aquedutos
 

Moçambique Câmbios

MoedaCompraVenda
EUR40,6540,91
USD30,3730,57
ZAR2,862,88

Data: 19/08/2014
Fonte: Banco Moçambique
Admin LogIn
Username

Password



Noticias para Economia E Negócios

Sem emissão de licenças: Carvão vegetal escasseia em Maputo e Matola




Ouvir com webReader
Enviar a um Amigo!


Publicidade
Hotel Cardoso




clubofmozambique (2013-05-01) As cidades de Maputo e Matola estão desde há dias a registar uma crise de carvão vegetal devido aos novos procedimentos para atribuição de licenças, situação que está a concorrer para o agravamento dos preços deste combustível lenhoso.

Esta crise está a afectar a muitas famílias nas duas cidades que tem o carvão vegetal como a única fonte alternativa para a confecção das suas refeições.

Nos poucos mercados onde é possível ainda encontrar o carvão está a registar-se a especulação dos preços. A título de exemplo, o saco de carvão, custa entre 800 e 950 meticais contra os 600 e 650 meticais anteriores.

Já a lata de 10 litros oscila entre 200 e 220 contra 130 e 150 meticais anteriores, facto constatado no Mercado Mukoreano, um dos maiores centros fornecedores de carvão à capital.

Noémia Júlio Sambo, vendedora de carvão no Mercado Mukoreano, que adquire aquele recurso nos distritos de Massingir e Chókwè, província de Gaza, disse que a situação é deveras preocupante e não sabe lá muito bem o que se está a passar “Está difícil. Esta semana o comboio veio sem carvão não sabemos até quando vão resolver o problema que impossibilita a exploração de carvão”, disse Noémia Sambo.

Uma outra revendedora no mesmo mercado, identificada por Amélia José Abdul, reconhece haver oportunismo por parte de alguns dos seus colegas que praticam preços especulativos para obter uma grande margem de lucro e continuar a alimentar o negócio.

“Este carvão que estão a ver é o último stock que estava guardado nalgumas casas que vêm nos vender e compramos a um preço alto, daí que somos igualmente forçados a praticar preços elevados de forma a lucrar um pouco para conseguir sustentar as nossas famílias”, comentou Amélia Abdul.

A mesma opinião é partilhada por Arlindo King, do Mercado Vulcano, para quem a crise do carvão vegetal não tem explicação plausível.

“Há falta de carvão mas não posso explicar qual é o problema. A obtenção da licença está a ser dificultada e não temos quem nos possa fornecer. Como vêem, isto está completamente vazio, sem um saco sequer. Há muito que não acontecia algo igual”, afirmou.

Odete Agostinho, uma dos exploradores daquele combustível no distrito de Massingir, província de Gaza, o principal fornecedor de combustível lenhoso consumido nas cidades de Maputo e Matola, esclareceu que a situação poderá durar até o tempo que houver uma autorização para o transporte do carvão já produzido.

“Falou-se de que entre os dias 15 e 20 de Abril teríamos licenças, porém, até hoje estamos aqui sem nada, enquanto na floresta o carvão está a se estragar, porque já temos o produto. O que nos falta são as licenças para transportar o carvão”, explicou.

Situação melhora a partir da 2ª feira
A atribuição de licenças para a exploração de combustível lenhoso na província de Gaza está atrasada, sendo que a primeira só foi disponibilizada esta semana. Neste sentido, espera-se que só a partir de segunda-feira próxima é que a situação nos mercados de Maputo e Matola poderá ficar normalizada.

Fonte autorizada dos Serviços Provinciais de Florestas e Fauna Bravia em Gaza disse à nossa Reportagem que o procedimento que leva a emissão das licenças é longo e os exploradores foram colhidos de surpresa com algumas mudanças no que se refere às taxas e outros encargos que foram agravados.

O licenciamento para a exploração de licenças simples (categoria em que se enquadra a produção de combustíveis lenhosos) é feito anualmente, devendo os pedidos serem submetidos nos primeiros 45 dias de cada ano em que o requerente pretende realizar a exploração.

Enquanto antes bastava a realização de consultas comunitárias para o processo transitar para os serviços provinciais que emitiam a licença, nos termos actuais é preciso, entre outros passos, identificar a área, fazer a consulta e delimitação, celebrar o contrato e esperar pela emissão da licença após o que é depositado o plano de maneio (120 dias depois).

“O processo levou algum tempo nos distritos. Recebemos há duas semanas e a primeira licença só saiu esta semana. Nos próximos dois a cinco anos, como vai se tratar de renovação das licenças, não vai incluir estes procedimentos todos, pelo que não teremos muitos problemas”, indicou.

Questionado se atendendo à situação não seria de atribuir autorizações ou guias de trânsito para os produtos lenhosos, a fonte referiu que tal procedimento poderia prejudicar os licenciados e criar conflito entre os operadores e potenciais oportunistas.

A aparente crise na disponibilidade de carvão em Maputo e Matola também está relacionada com a interdição da exploração em Massingir e no Chókwè.

Segundo explicações dadas pela nossa fonte, o Governo provincial viu-se na contingência de interditar a produção naqueles dois distritos devido às condições que os mesmos apresentam.

“Houve uma exploração abusiva nestes dois distritos, de tal modo que vimo-nos na condição de interditar”, disse.

Nestes termos, segundo indicou, a exploração de carvão e lenha naqueles distritos está vedada nos próximos 20 anos por decisão do Governo provincial para dar lugar à regeneração das espécies nativas e da flora.

Fonte: Notícias


Pin It




Comentar Print this article | Esta notícia foi lida : 380 vezes.

Publicidade
Anuncie Aqui!

BeForward Japanese Used Cars
Parceiros


Vodacom Moçambique


Cardoso Hotel


Internet Solutions


Frexpo


Pam Golding Mozambique


LM Radio


Combustíveis
Gasolina Diesel
MT47.52 p/litro* MT36.81 p/litro*

* preços vàlidos para Maputo, Beira e Nacala

O Governo alterou os preços no dia 06/07/2011
Visto melhor com uma resolução de 1024x768 px.
   WAP Enabled