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Ataques da Renamo inviabilizam fábrica de processamento de ananás




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(2013-11-02) O início da construção da fábrica de processamento de ananás no Posto Administrativo de Muxúnguè, província central de Sofala, em Moçambique está a ser inviabilizado pela instabilidade provocada pela acção dos homens armados da Renamo naquela região.

Membros da sociedade civil asseguram que se não fosse o ambiente de guerra, as obras deste empreendimento económico, há muito aguardado, teriam arrancado há sensivelmente quatro meses.

Felix Mandeia, pastor da Igreja Metodista Unida, no distrito de Chibabava, em Sofala, guarda tristes recordações do passado 4 de Abril, quando os homens armados da Renamo retomaram os seus ataques contra alvos civis e militares, depois de 21 anos de paz.

Segundo Mandeia, se este tipo de acções prevalecer, a luta contra a pobreza, cuja estratégia de combate “tinha sido praticamente acertada, será totalmente inviabilizada, anulando todo o esforço empreendido por cada moçambicano, há décadas ”.

O ananás é uma das culturas de alto rendimento em Chibabava, mas a falta de uma unidade de processamento faz com que a produção de milhares de famílias camponesas não tenha valor acrescentado.

A AIM soube, semana passada, de fontes administrativas locais, que na campanha agrícola 2011/12, por exemplo, o distrito de Chibabava produziu, em média, 12 toneladas de ananás por hectare.

Nesta mesma campanha foram comercializadas 94.693 toneladas de diversos produtos agrícolas, das quais 48.829 toneladas de ananás.

Por outro lado, durante a última feira de ananás realizada neste distrito foram vendidas 3,6 toneladas e 17 mil socas desta mesma cultura.

O clima de instabilidade também está ainda a adiar a instalação ou construção de uma agência bancária em Muxúnguè.

Actualmente, a maioria da classe assalariada recebe os seus ordenados via banco, para além de que as comunidades são aconselhadas a optar pela poupança, depositando os seus rendimentos em instituições bancárias.

Para o caso de Muxúnguè, os trabalhadores, e não só, continuarão, num futuro próximo, a percorrer centenas de quilómetros para levantarem os seus salários ou fazer uso de serviços bancários.

A distância, por estrada, que separa a vila de Muxúnguè da capital provincial, Beira, é de cerca de 270 quilómetros.

Para além destes dois problemas, os ataques da Renamo estão a comprometer o rendimento de centenas de famílias que ganhavam a vida, vendendo seus produtos aos milhares de viajantes que transitavam por Muxúnguè, uma vila localizada na principal rodovia que liga o sul, o centro e o Norte de Moçambique, a Estrada Nacional Numero Um (EN1).

“Aqui em Muxúnguè, as pessoas vendiam 24 por dia, o que já não acontece porque os carros já não circulam a qualquer hora do dia porque dependem de colunas com escolta militar”, lamentou Felix Mandeia.

Por seu turno, uma cidadã que se identificou com o nome de Luísa, da associação “Mulher Ajuda outra Mulher”, disse que Chibabava evoluiu vertiginosamente desde que terminou a guerra dos 16 anos, em 1992, impulsionado por diversas iniciativas governamentais como o fundo dos “sete milhões”, atribuído a cada um dos 128 distritos para a promoção de emprego e produção de comida, e de um outro, também descentralizado, para infra-estruturas.

Porém, segundo ela, tudo acabou estagnando devido a instabilidade provocada pelos homens da Renamo.

Fonte: (AIM)


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