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Mapa do investimento chinês na África revela destino de US$ 75 bi




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clubofmozambique (2013-05-01) Pesquisadores nos Estados Unidos mapearam os investimentos da China em projectos de ajuda na África no maior levantamento do tipo já feito sobre o tema.

Na tentativa de ampliar a sua influência política e econômica no continente, os chineses têm financiado obras de infraestrutura e se tornado responsáveis por serviços básicos em países que, em troca, contratam empresas chinesas ou tornam-se importantes fornecedores de recursos naturais para o país asiático.

Mas quanto exactamente os chineses estão a investir, onde e em que condições sempre foram segredos guardados a sete chaves por autoridades de Pequim.

Agora, pesquisadores da organização AidData e do Center for Global Development (CGD), com sede em Washington, prometem expor esses dados no maior levantamento público sobre o que eles classificam de "ajuda" chinesa para a África - e que, na realidade, se refere ao "financiamento oficial" pelo Estado chinês de diversos projectos e iniciativas, desde obras de infraestrutura (com o envolvimento de empresas chinesas) até fluxos de comércio, investimentos em petróleo ou telecomunicações, joint ventures de empresas africanas com estatais chinesas, bolsas de estudo e programas de cooperação militar.

Os seus números mostram que em dez anos a China investiu um total de US$ 75 bilhões em projectos de "ajuda" e "desenvolvimento" na tentativa de assegurar o seu poder de influência na África.

E uma das novidades para a qual a pesquisa parece chamar a atenção é que, além da extracção de recursos naturais e grandes obras de infraestrutura, os chineses estão a financiar projectos numa gama bastante variada de sectores - que inclui, por exemplo, saúde, educação e até cultura.

"É impressionante a diversidade de projectos que eles têm tocado na área de desenvolvimento", opinou, em entrevista à agência de notícias Reuters, Brad Parks, director executivo da AidData.

As informações foram colectadas em veículos da imprensa e documentos oficiais públicos. Como resultado, uma ampla base de dados já está disponível na internet no endereço aiddatachina.org com o objectivo de "ajudar pesquisadores, formuladores de políticas públicas, jornalistas e organizações da sociedade civil a entenderem o papel da China na África".

A catalogação foi feita com a ajuda de estudantes e os coordenadores do levantamento admitem que pode haver erros. Por isso, a própria base de dados oferece àqueles que fazem consultas a opção de sugerir ajustes.

Destino dos aportes
No total, foram reunidos dados sobre 1.673 projectos em 51 países entre 2000 e 2011. Eles mostram que os países que reúnem o maior número de iniciativas financiadas pelos chineses são Zimbabwe (295), Gana (195) Zâmbia (167) Sudão (164), Etiópia (159) e Quênia (151).

Angola e Moçambique, países que concentram presença e interesses brasileiros, receberam financiamento chinês para 91 e 130 projectos respectivamente.

No que diz respeito a sectores, o que concentra o maior número de iniciativas financiadas pela China é o de "Governos e Sociedade Civil", com um total de 191 projectos.

Mas um estudo do Center for Global Development feito a partir da nova base de dados ressalta que enquanto a "ajuda externa" de países do Ocidente nessas áreas hoje é direccionada a projectos de "melhorias na gestão de finanças públicas, instituições anticorrupção e iniciativas de boa governança", a "ajuda" Chinesa inclui, "entre outras coisas, a construção de edifícios presidenciais e escritórios executivos".

Na área de "Saúde", os chineses financiaram 174 projectos, na de "Educação", 136, e na de "Transportes e Armazenagem", 103.

Em termos de volumes de investimentos, porém, o sector de "Transporte e Armazenagem" assume a liderança na lista dos aportes chineses, seguido de "Geração e Suprimento de Energia". No total, foram investidos pela China, US$ 16,6 milhões e US$ 14,7 milhões nessas áreas, respectivamente.

Fonte: RM/BBC


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