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Polícia moçambicana engana prostitutas zimbabuanas, diz ONG




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clubofmozambique (2009-11-20) A Organização da Mulher Educadora da Aids (OMES) na província de Manica, centro de Moçambique, acusou nesta quinta-feira a polícia de chantagear prostitutas, especialmente as de nacionalidade zimbabuana.

De acordo com a diretora da organização, Maria Clara Paulo, que trabalha com prostitutas para a prevenção do Aids, vários agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) têm cobrado sexo e dinheiro às prostitutas através de ameaças.

“Registramos com certa indignação a onda de burla a que as prostitutas estão ser alvo por parte dos agentes da PRM em Manica. Eles (os agentes) ameaçam (de prisão ou extradição) as prostitutas e algumas cedem toda a receita do dia ou sexo em troca de liberdade”, disse Maria.

Além disso, ela revelou que a situação piorou desde que a polícia iniciou, em 2007, a chamada Operação Vassoura, de desmantelamento de bordéis e barracas (casas onde as trabalhadoras do sexo moram e vendem álcool aos clientes), para repatriar prostitutas do Zimbábue.

“Os agentes aproveitam-se desta patrulha para tirar proveito das prostitutas”, disse Maria, acrescentando: “Já estamos a trabalhar na sentido de evitar situações de gênero”.


’Imoralidade’

O governo da Província de Manica admitiu à Agência Lusa haver um aumento significativo de prostitutas, na maioria do Zimbábue, fato que considera estar a “semear imoralidade” entre os residentes.

Assim, sob o pretexto de defesa do sistema sanitário, perto de 500 prostitutas zimbabuanas já foram repatriadas na província de Manica. A maioria tinha o visto de entrada para Moçambique vencido.

Em declarações à Agência Lusa, Pedro Jemusse, chefe de relações Públicas do Comando da PRM em Manica, disse terem sido notificados alguns casos deste comportamento desviado por membros da sua corporação e garantiu que medidas estão sendo tomadas.

“Este comportamento de agentes não é aceitável e não compactuamos com este tipo de atitudes, por isso serão tomadas medidas severas para os que forem julgados envolvidos neste esquema”, declarou Jemusse.

Muitas zimbabuanas cruzam a fronteira entre os dois países para fugir da crise econômica e agrária no país de origem. Um número crescente acaba por ter de recorrer à prostituição para sobreviver. A maioria concentra-se em Manica, por facilidade de comunicação, e porque faz fronteira com o Zimbábue.

Uma pesquisa nacional sobre a Prevenção da Aids de 2006 mostrou que a prostituição é prática comum em Moçambique: 46% dos entrevistados recorriam ao sexo pago, principalmente no centro e norte do país.

Os dados ainda mostram que existem cerca de 30 mil trabalhadoras do sexo em Moçambique e um total de 125 mil clientes.

fonte: Lusa


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