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Dia da Independência: 35 anos de um Moçambique que “teima” em ser desenvolvido e próspero




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clubofmozambique (2010-06-24) A Comissão Interministerial para Grandes Eventos Nacionais e Internacionais (CIGENI) considera estar tudo a postos para a celebração, no próximo dia 25 de Junho corrente, dos 35 anos da independência de Moçambique.

As cerimónias centrais desta data, a ser celebrada sob o lema “35 anos da Independência: Unidos na luta contra a pobreza- 3 gerações, um só Povo, uma só Nação”, terão lugar em Maputo, a capital do país, mas com réplica em todas outras províncias.

Cerca de 2.500 pessoas deverão participar em todos momentos do evento, nomeadamente a de deposição da coroa de flores no monumento dos Heróis moçambicanos, cerimónia oficial na Praça da Independência e na recepção oferecida pelo Chefe do Estado, Armando Guebuza, no Palácio da Ponta Vermelha.

Entre os convidados constam os monarcas do Lesoto e Suazilândia (os reis Letsie III e Mswati III), os Presidentes do Botswana, Zimbabué e do Zanzibar, antigos estadistas da África do Sul, Botswana, Namíbia, Zâmbia e Tanzânia, bem como representantes de diversos países vizinhos e amigos como Angola, Malawi, Maurícias, Namíbia e Portugal.

Alguns destes convidados começaram a chegar ainda hoje a Maputo e outros poderão desembarcar durante esta Quinta-feira.

Dentre vários momentos, o programa da Praça da Independência inclui o disparo de 21 salvas de canhão, a recepção, pelo Chefe do Estado, da tocha da Chama da Unidade, apresentação de discursos e um mega espectáculo, em que vão desfilar inúmeros artistas locais e provenientes de diversos pontos do país.

Recorde-se que a Chama da Unidade a ser recebida pelo Presidente Armando Guebuza foi acesa no passado dia 7 de Abril em Nangade, província de Cabo Delgado. Agora já percorreu todas as 10 províncias do país, estando agora a circular pelos distritos municipais da cidade capital.


"A paz e a luta contra a pobreza no balanço da independência" – Armando Guebuza

O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, indicou ontem (quarta-feira) como grandes conquistas dos últimos 35 anos em Moçambique o alcance da paz e o combate à fome e pobreza extrema.

"Acho que é positivo. Estamos independentes, decidimos sobre o nosso destino, vencemos grandes desafios, em particular conseguimos instalar a paz no nosso país, saímos da fase de emergência, em que as pessoas não tinham sequer algo para comer, e hoje estamos a caminhar muito rapidamente para a fase de desenvolvimento, através do combate à pobreza", afirmou Armando Guebuza.

Em entrevista à Rádio de Moçambique, a um dia da celebração dos 35 anos de independência do país, o Presidente moçambicano defendeu que o estado da democracia está bem, com as instituições e as assembleias a funcionarem de forma "democrática" e a sociedade civil a "discutir e contribuir para a solução dos problemas, participando livremente".

Em 35 anos de independência, marcados pela guerra que opôs a FRELIMO (partido no poder) e a RENAMO (partido da oposição) durante 16 anos, terminada em 1992, Armando Guebuza preferiu salientar antes as "lições aprendidas".

"A guerra foi um dos professores que nos ensinou a ter um maior relacionamento com os países do exterior", com os quais, segundo o chefe de Estado moçambicano, o país tem hoje "boas relações".

Armando Guebuza, que elegeu como principal objectivo do segundo mandato o combate à pobreza, reafirmou também a necessidade de continuar a luta que, na sua opinião, "está ao alcance" do povo, nomeadamente da chamada "geração da viragem".

"A luta contra a pobreza já está a resultar, mas devemos prosseguir e dar golpes mais sólidos contra a pobreza", à qual se junta ainda "a corrupção, a atitude do deixa-andar e as doenças endémicas, que também devem fazer parte da batalha", explicou o governante.

Para tal, destacou, é fundamental o envolvimento do sector privado que, além de aumentar o emprego, a riqueza e as receitas do Estado, atrai os investidores estrangeiros.

O Presidente moçambicano reconheceu não serem ainda suficientes os serviços que o governo está a implementar, ao nível das estradas, telefones e energia eléctrica, mas salientou o esforço das autoridades no combate à criminalidade e corrupção.

Amanhã, Sexta feira, chega à Praça da Independência, na cidade de Maputo, a Chama da Unidade, uma iniciativa governamental que desde Abril de 2010 tem percorrido os 128 distritos do país, para recordar que, graças à unidade, Moçambique "se manteve como Estado, apesar da tentativa de divisão", realçou Armando Guebuza.


Fonte: Rádio de Moçambique


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