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Identificadas vítimas do ataque armado em Muxunguè




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(2013-04-09) Um dado novo sobre os ataques armados atribuídos à Renamo veio ao fim da tarde de ontem dando conta do assassinato ao longo do mesmo dia de um pastor anglicano da região de Muxúnguè, cujo nome não foi possível apurar, segundo reporta o jornal Notícias. São, porém, escassas as informações sobre este crime, segundo.

Enquanto isso, parte das três pessoas mortas no final da tarde de sábado à entrada de Muxúnguè foram já identificadas. Trata-se de Aventina Alexandre Sambo, moradora em Maputo, Tojó Satar Amunone, residente em Namacurra, Quelimane, e Pedro Paulo Chaisse, de Maxixe, Inhambane.

Segundos o jornal Notícias, citando uma fonte familiar, Aventina Sambo era uma jovem empresária que explorava o negócio de venda de portas para construção de casas numa actividade feita entre Quelimane e Maputo. Tojó Amunone era um seu colaborador, enquanto o terceiro indivíduo dedicava-se ao transporte de carga.

Os três, que se dirigiam a Maputo, viajando numa camioneta de marca Toyota Hino de 10 toneladas, teriam caído inadvertidos nas mãos dos homens armados quando obedeceram ao sinal destes para imobilizarem a viatura, numa zona a cerca de 20 quilómetros da sede da vila de Muxúnguè. Já com a viatura parada, o grupo de assaltantes, em número não especificado, trajados de uniforme verde começaram, primeiro, por despojar as vítimas dos seus bens, entre valores monetários e jóias, para em seguida espancá-las. Acto contínuo, puxaram pelas armas de fogo matando-as à queima-roupa.

Este brutal ataque tornou-se conhecido quando foi comunicado aos familiares das vítimas, via telefone celular, por um quarto individuo que seguia no mesmo veículo e que logrou escapar da morte, embrenhando-se pela mata adentro.

Na tarde do fatídico sábado, mais ou menos na mesma região, homens armados atacaram dois autocarros de passageiros e um camião-cisterna.

Leia aqui: No diálogo, a Renamo não deve dar ordens

Estes ataques registaram-se pouco depois das 17.00 horas na zona de Zove que dista a aproximadamente 20 quilómetros da vila de Muxúnguè em direcção à Vila Franca do Save. Segundo as forças policiais, num dos autocarros saíram dois feridos a tiro, nomeadamente duas mulheres de 20 e 46 anos de idade, um ancião de 70, para além de uma cidadã baleada na noite da 6ª feira por antigos guerrilheiros da Renamo que voltaram à carga contra posto policial local.

O director de Saúde, Mulher e Acção Social em Chibabava, David Guitimela, é citando pelo Notícias a dizer que todos os feridos foram tratados no Hospital Rural de Muxúnguè e seguiram depois seus destinos, enquanto os corpos dos mortos foram depositados naquela unidade sanitária aguardando pela transladação.

Segundo o comandante da PRM em Sofala, Joaquim Nido, as viaturas atacadas circulavam ao longo da EN-1, concretamente no sentido Maputo/Beira, sendo que o autocarro foi atingido por 13 balas, das quais quatro na parte frontal.

Na versão da corporação policial, o pior não aconteceu graças à acção reflectida do motorista que não obedeceu à ordem imposta por homens munidos de armas de fogo do tipo “AKM-47” que surpreendentemente surgiram na via para mandar interromper a marcha do veículo, tendo o camião-tanque se imobilizado depois que ficou com os seus pneus furados por balas.

De acordo com o administrador de Chibabava, Arnaldo Machoe, a tranquilidade voltou ao posto administrativo de Muxúnguè com a vila-sede praticamente “às moscas”, sendo que único estabelecimento comercial que se encontrava ontem em pleno funcionamento era a estação de tratamento de serviços para o reabastecimento de viaturas em combustível anexa à uma mercearia.

Fonte: RM


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