Bem Vindo Visitante 8350776. Hoje é Quinta-Feira, 02 de Outubro de 2014· PESQUISAR · SITEMAP · VERSÃO INGLÊS

Produced by Adrian Frey   |   Developed by Claudio Fauvrelle
Vodacom Mozambique
 
KPMG Mozambique
 
Publicidade
Anuncie Aqui!

Motorcare Moçambique
Crystal Smile
 
Últimos Classificados

Mitsubishi Pajero Io (442)
Oferta De Trabalho Na Escola Françesa De Maputo (867)
Trabalhe Para O Unicef Moçambique: 11 Vagas Disponíveis Até 1 De Setembro (1327)
Terrenos No Bilene (862)
1999 Honda Crv (631)
Oportunidade De Carreira (1317)


Últimos Concursos

Prestação De Serviços, Empreitada De Obras, E Fornecimento
Construção Da Residência Protocolar Da Dpturi
Reabilitação Da Residência Da Dpji
 

Moçambique Câmbios

MoedaCompraVenda
EUR39,0239,28
USD30,7030,90
ZAR2,722,74

Data: 30/09/2014
Fonte: Banco Moçambique
Admin LogIn
Username

Password



Noticias para Moçambique

Raptos levam famílias portuguesas em Moçambique a tirar crianças do país




Ouvir com webReader
Enviar a um Amigo!


Publicidade




(2013-11-06) A insegurança na capital moçambicana, Maputo, tem levado as famílias portuguesas a fazer regressar as crianças a Portugal. O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, falou ao PÚBLICO de “dezenas de crianças” portuguesas que têm regressado, devido ao aumento da criminalidade.

O ambiente em Maputo é de grande preocupação, após a notícia do rapto de duas mulheres, uma portuguesa e uma moçambicana, nesta terça-feira. “Está a mexer com os nervos das pessoas”, conta Elsa Santos ao PÚBLICO, por telefone.

Uma criança de três anos também foi raptada, segundo adianta o jornal moçambicano A Verdade.

“Os miúdos andam aterrorizados, houve uma mãe que foi raptada em frente a uma escola”, explica a empresária luso-moçambicana, acrescentando que, nos últimos meses, “uma grande parte das crianças já foi embora para Portugal”.

A informação foi confirmada por José Cesário, que fala mesmo em “dezenas de crianças” que regressaram a Portugal. “Tenho conhecimento de pessoas que tiraram as crianças da escola e as mandaram para casa”, revelou.

Esta terça-feira tem sido um dos dias mais dramáticos da vaga de crimes que assola o país. De manhã, uma cidadã portuguesa foi raptada dentro da empresa onde trabalhava, na cidade-satélite de Matola. Ao PÚBLICO, José Cesário garantiu que o Governo português se tem mantido informado dos desenvolvimentos em Maputo. “Acreditamos que as autoridades locais vão saber lidar com a situação”, afirmou.

Um outro rapto, de uma moçambicana de 33 anos, ocorreu no bairro de Laulane, nos arredores da capital, dentro da sua própria casa, perante os seus filhos, irmã e cunhado, alegadamente por cinco homens. Também uma criança de três anos foi alvo de um sequestro, enquanto brincava com o irmão de sete.

O rapto da portuguesa é o segundo envolvendo cidadãos portugueses, de uma onda de sequestros que começou em 2011 e que tem visado sectores abastados da sociedade moçambicana.

Os sequestros têm sido mais comuns dentro da comunidade muçulmana de Maputo e “só a partir do Verão é que atingiu os portugueses”, nota José Cesário.

Na Assembleia da República, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, referiu que "a situação em Moçambique é acompanhada com o cuidado e a preocupação" próprias de um país com quem Portugal tem uma "estreita cooperação técnico-militar”. “Desejamos que a situação se resolva o mais depressa possível, a bem da tranquilidade e desenvolvimento daquele país, e que se possa incrementar, assim haja condições financeiras para o futuro, a cooperação, que é, em Moçambique e Angola, das mais relevantes que Portugal tem neste âmbito”, afirmou, citado pela Lusa.

Entretanto, o cônsul de Portugal em Maputo, Gonçalo Teles Gomes, revelou nesta terça-feira à agência Lusa que há dois portugueses raptados em Moçambique há mais de uma semana.

O diplomata adiantou que um dos casos diz respeito a um adolescente que também tem nacionalidade moçambicana e o outro é relativo a um adulto do sexo masculino que é cidadão português.

A existência destes casos era desconhecida da opinião pública até hoje devido aos pedidos das respectivas famílias.

Vigílias nocturnas nos subúrbios
Para Elsa Santos, o aumento da criminalidade no país está relacionado com o momento de prosperidade económica que o país atravessa, depois da descoberta, em 2011, de reservas de gás natural que podem colocar o país entre os dez principais produtores mundiais.

“Acho que tem que ver com aumento da riqueza. Quando somos pobres, ninguém quer nada connosco”, observa a empresária. Elsa Santos não acredita que os raptos sejam obra apenas de moçambicanos, considerando haver alguma rede internacional à cabeça. “Pode haver alguém por trás dos crimes, custa-me a crer que os moçambicanos sejam assim. Joanesburgo [na África do Sul] é aqui perto e é um pólo de bandidagem”, sustenta.

A onda de criminalidade não atinge apenas os mais ricos, de acordo com a percepção da empresária. Os criminosos “não olham a quem”: “Nos subúrbios, há pessoas que não dormem, andam a fazer vigílias à noite”, explica.

O aumento do número de raptos e da violência é um cenário real e, quando isso acontecer, a fama de Maputo como uma cidade calma e harmoniosa pode passar à história. “Começo a acreditar que as moradias vão ficar vazias e as pessoas vão mudar-se para apartamentos em condomínios fechados, com muros altíssimos e seguranças enormes”, prevê Elsa Santos.

Fonte: Público


Pin It




Comentar Print this article | Esta notícia foi lida : 936 vezes.

Publicidade
Anuncie Aqui!

BeForward Japanese Used Cars
Parceiros


Vodacom Moçambique


Cardoso Hotel


Internet Solutions


Frexpo


Pam Golding Mozambique


LM Radio


Combustíveis
Gasolina Diesel
MT47.52 p/litro* MT36.81 p/litro*

* preços vàlidos para Maputo, Beira e Nacala

O Governo alterou os preços no dia 06/07/2011
Visto melhor com uma resolução de 1024x768 px.
   WAP Enabled